domingo, 28 setembro 2014 23:03

No dia 26 de Outubro de 2014 comemora-se o dia da Sociedade São Vicente de Paulo.

Pedimos a todas as Conferências Vicentinas que falem com os vossos párocos para que seja lida a mensagem enviada, que poderão encontrá-la no link em baixo, no início da Eucaristia.

Clique  aqui

Os nossos cumprimentos fraternos,

O Conselho Nacional

domingo, 28 setembro 2014 21:22
  • Hoje no Centro Paulo VI em Fátima reuniu-se os oito ramos da Família Vicentina, começou logo às 10h00, tendo no meio de nós o Dr. César das Neves que veio ter connosco para abordar o tema "A alegria do Evangelho: Evangelizaçao e Caridades".
  • De seguida, pelas 12h30 foi celebrada a eucaristia na Basilica da Ss. Trindade, pelo D. Augusto César, Bispo Emérito de Portalegre. 
  • Pelas 15h30 os jovens da Juventude Mariana Vicentina realizou uma pequena peça de teatro com os 10 passos de Maria.Na entrada do centro pastoral foi entregue a cada pessoa um cordel com uma pequena mensagem do dia de hoje, mas com objectivo de fazer uma dezena.
sexta, 26 setembro 2014 10:23

No próximo dia 28 de Setembro de 2014 (Domingo), irá realizar-se o X Encontro Nacional da Família Vicentina, em Fátima, no Auditório do Centro Pastoral Paulo VI, realização levada a cabo pelos oito Ramos da Família Vicentina a trabalhar em Portugal. Este Encontro, como o tem sido nos anos anteriores, serve para refletir, partilhar experiências, conviver e conhecermo-nos melhor.

 

PROGRAMA

10h00m – Acolhimento, 2 membros de cada ramo, (Centro Pastoral Paulo VI).

10h30m – Apresentação a cargo do Pe. Fernando Soares.

10h45m – Tema “Alegria do Evangelho”- Evangelização e caridade, desenvolvido pelo Dr. João César das Neves.

12h30m – Eucaristia celebrada na Basílica da Santíssima Trindade.

13h30m – Almoço livre.

15h30m – Celebração Mariana: “Alegria do Evangelho com Maria” a cargo da Juventude Mariana vicentina, no Centro Pastoral Paulo VI.

16h30m – Envio. Pedimos a todos os vicentinos os esforços para marcar presença neste ENCONTRO.

quinta, 01 maio 2014 21:11

O confrade Ricardo Alessandro Nicoleti, brasileiro, residente na cidade de Iguatemi (Paraná), é o vencedor do concurso que o Conselho Geral Internacional da SSVP realizou para a escolha da letra, em língua portuguesa, do hino “A Luz”, canto oficial da entidade.

Ricardo Nicoleti tem 33 anos. Pertence à SSVP há 10 anos e atualmente integra a Conferência Senhor Bom Jesus. Ele participou do concurso juntamente com outras nove candidaturas, oriundas do Brasil e de Portugal.

De acordo com o edital do concurso, as propostas deveriam estar dentro dos padrões de metrificação, adaptação à letra original, sonoridade e norma culta. Cada proposta de letra foi avaliada pelos membros da Comissão de Seleção.

A Comissão de Seleção era formada pelos confrades Juan Tirado, da Espanha (autor da letra do hino nas versões em inglês, espanhol e francês) e Renato Lima (Vice-presidente do CGI para a América do Sul), além da Sra. Samira Nahass, especialista em música.

Os três componentes da Comissão tiveram muito trabalho para escolher a letra mais adequada. “Todos os candidatos foram muitos felizes em apresentar letras muito bonitas e criativas, o que fez com que nosso trabalho fosse árduo”, destacou o cfd. Renato.

O hino em Português será gravado por um coro vicentino de Portugal e será apresentado, oficialmente, em 10 de junho, quando o Conselho Geral Internacional realizará sua reunião anual, desta vez em Lisboa.

O Conselho Geral e a Comissão de Seleção agradecem, de coração, a todos os candidatos, e parabeniza o confrade Ricardo Nicoleti pela letra vitoriosa. Veja a letra vencedora

quinta, 10 abril 2014 23:15

PROGRAMA

 

A Peregrinação Nacional da Sociedade de São Vicente de Paulo é presidida por Sua Excelência Reverendíssima o Senhor D. Joaquim Mendes, Bispo Auxiliar de Lisboa.

 

DIA 12 DE ABRIL, Sábado


13.30h - Acolhimento
14.30h - Desfile da Cruz Alta até à Capelinha
15.00h - Saudação a Nossa Senhora e Renovação do Compromisso na Capelinha
16.00h - Assembleia no Centro Apostólico Paulo VI
20.00h - Jantar
21.30h - Terço na Capelinha
22.30h - Vigília de Oração na Igreja da Santíssima Trindade


DIA 13 DE ABRIL, Domingo


10.30h - Bênção dos Ramos e Procissão da Realeza de Cristo
11.00h - Eucaristia no altar exterior (Recinto) 

No final da Eucaristia Consagração a Nossa Senhora

 

sábado, 05 julho 2014 10:16

Foi este o tema escolhido pelo Papa Francisco, para o Dia Mundial da Paz, de 1 de Janeiro de 2014.

 

O Papa considera que não existe Paz sem fraternidade e que esta se aprende no seio da família.

 

Na sua Mensagem considera que "convém, desde já, lembrar que a fraternidade se começa a aprender habitualmente no seio da família, graças sobretudo às funções responsáveis e complementares de todos os seus membros, mormente do pai e da mãe. A família é a fonte de toda a fraternidade sendo, por isso mesmo, também um fundamento e o caminho primário para a paz, já que, por vocação deveria contagiar o mundo com o seu amor".

 

Como discípulos de Cristo, temos de ser construtores de pontes entre homens, que sejam caminhos de paz e elos de ligação, através dos quais saibamos repartir com os outros, o muito ou o pouco que podemos dar.

 

Jesus Cristo, cujo nascimento comemorámos há poucos dias. Está vivo e actuante em cada um de nós que lhe saiba abrir o coração.

 

E, abrir o coração a Cristo, é abrir também os olhos para o mundo que nos cerca com os seus múltiplos problemas entre os quais o angustiosos flagelo da fome, que reclama, neste momento, uma atenção concentrada de todos os homens de boa vontade.

 

Relativamente à fome no mundo, o Papa Francisco publicou numa mensagem vídeo: "Estamos perante um escândalo mundial que afecta quase mil milhões. Mil milhões de pessoas que ainda hoje passam fome: não podemos virar a cara para o lado e fingir que esta realidade não existe", lembrando ainda que "os alimentos hoje disponíveis no mundo seriam suficientes para alimentar todos".

 

 Citando Frederico Ozanam:"tornarva-se necessário que os cristãos saíssem do conforto das suas casas e da tranquilidade das igrejas, para descobrir os pobes, para entender e experimentar onde e como viviam".

 

É a ganância do homem o principal factor produtivo da miséria humana, pois um mais equitativa distribuição dos bens da terra seria importante meio para atenuar ou mesmo eliminar as assimetrias existentes neste mundo tão desigual.

 

Para se compreender o que é ser pobre, daquele que nada tem, há que pôr de parte o nosso conforto, tentando saber o que é sentir fome, sentir frio, contar o parco dinheiro para o dia-a-dia, estar numa fila à espera de uma tigela de sopa ou de um pão.

 

Ocorre-me referir, nesta altura, o que se refere a "Declaração Universal dos Direitos Humanos", logo no seu artigo 1.º: "todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos".

 

Que profunda ironia em relação ao que constatamos actualmente à escala mundial! Se todos cumprissem os seus deveres, nos diversos campos de actuação a qualquer nível, fazendo justiça aos injustiçados de toda a ordem, certamente estar-se-ia a dar aos homens a possibilidade de viver em liberdade, com justiça e em segurança, para o bem-estar comum. Na realidade, a luta pela justiça é um dos deveres mais importantes e prementes, ainda mais quando ela se encontra tão desacreditada pois, a cada passo, deparamos com o uso de dois pesos e duas medidas, consoante os interesses em causa pesarem mais na balança normalmente o peso do outro contra o peso do direito.

 

Se quisermos uma paz bem alicerçada, torna-se necessário que as relações entre as comunidades se subordinem aos direitos e deveres, se realizem na base da verdade, de justiça e no respeito pelas minorias.

 

Que os homens saibam compreender a beleza de um dos mais profundos anseios da humanidade - A PAZ - não pela força das armas, mas pela força da "Fraternidade, fundamento e caminho para a Paz".

 

in Boletim Português da Sociedade de São Vicente de Paulo - Janeiro 2014

segunda, 14 abril 2014 21:15

"HOMEM NOVO = AMOR NOVO"

 

Cristo é o "Homem Novo" por excelência. Ele nos deixa, como legado e testamento, o mandamento do Amor, intitulado por Ele próprio como o "Mandamento Novo". Se Jesus chama ao Amor "mandamento novo" é por razões óbvias e que enuncio em síntese:

 

1 - Amor novo quanto à Fonte

O Amor cristão tem a sua Fonte no próprio Deus, que é Amor: daí que lhe chamamos "amor teologal". Trata-se duma fonte inesgotável: por isso, quanto mais se exercita e dá, mais se renova e abunda! Por outro lado, esta Fonte tem todo o sabor de plenitude e de eternidade, já que não tem limite de tempo nem de espaço. Um amor assim é o melhor cartão de identidade dos discípulos de Jesus: "Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor... E nós conhecemos e acreditamos no Amor que Deus nos tem..." (1 João 4,8 e 16).

Acima de tudo, somos filhos, de rosto aberto e mãos levantadas para o Pai do Céu. A pessoa é pura abertura e radical aspiração para Deus: "Criastes-nos para Vós, Senhor, e o nosso coração não descansa enquanto não repousar em Vós " (S. Agostinho).


2 - Amor novo quanto ao Modelo
Porque ao jeito de Jesus, o amor a Deus e aos irmãos deve ser profundamente pessoal e humano. O amor sobrenatural - a Caridade - tem a mesma estrutura psicológica que o amor humano. O Amor de Deus fez-se, em Cristo, amor humano, no sentido mais concreto e empolgante. O Mistério da Encarnação é a garantia dum amor próximo, fraterno, interessado, a todas as pessoas e ao todo de cada pessoa.
Amar à maneira de Cristo é "vestir-se de compaixão e de bondade" por toda a pessoa, por cada pessoa. Importante que evitemos o angelismo, que nos levaria como que a sobrevoar (sem nunca aterrar!) por sobre as questões humanas, com medo de sujar as mãos nesta história, que é a nossa.

 

3 - Amor novo quanto ao âmbito
Em clima cristão, alarga-se até ao extremo o conteúdo da palavra "próximo". Sabemos que, para os contemporâneos de Jesus, o próximo era apenas aquele que pertencia ao mesmo grupo, à mesma família ou, na melhor das hipóteses, aquele que fazia parte do mesmo Povo. Na parábola do Samaritano, Jesus diz-nos que o próximo é todo aquele que vamos encontrando nos caminhos da vida.

É por demais evidente que, em Cristo, se alarga o âmbito do "próximo" até à dimensão do universo...
Mas não é apenas pela "quantidade" que se distingue o amor cristão; é, sobretudo, pela "qualidade". Ao jeito de Jesus, o amor cristão é gratuidade, é doação, é entrega, é perdão e muitas outras realidades que facilmente identificamos.


4 - Finalmente: amor novo joga-se na história....
Mais do que fazer sermões bonitos, Vicente de Paulo foi visitar a família doente e por aí nasceu a primeira fundação vicentina - as "Caridades" (hoje, AIC - "Associação Internacional da Caridade"). Mais do que perder-se em divagações académicas com os seus colegas, Frederico Ozanam conduz o grupo de amigos para a casa dos Pobres e assim nasce a primeira Conferência. Isto é saber ler a Vontade de Deus na História e seguir fielmente os seus Caminhos.
Daí que, o exercício da Caridade cristã e vicentina deva estar marcado pela "espiritualidade da ação" e adornar-se com uma série de qualidades. Aqui indico algumas:

 

Resposta a um chamamento
A prática da Caridade deve ser resposta a um chamamento atual. Exige atenção muito especial ao presente, deve responder aos chamamentos concretos, tem de remediar necessidades presentes, em si mesmas e nas suas causas.


Transformadora do mundo
Sem lhe roubar a eficácia imediata, a caridade, o amor vicentino deve atingir as raízes do mal, numa transformação profunda do mundo.

 

" Voltar a medalha "...
Contemplar o pobre como pessoa amada por Deus, sacramento de Cristo ("tudo o que fizestes a um destes mais pequeninos a mim o fizestes... "), no realismo da sua existência de pobreza, de marginalização, de abandono, de solidão...


Termino...

Falámos de "Homem Novo" e de "Mandamento Novo". Neste lugar tão mariano, não podemos esquecer essa "Mulher Nova" chamada Maria. Ela soube deixar-se amar por Deus, como filha; ela soube dar-se em amor, como Mãe; ele soube vestir-se de amor, pela força do Espírito... Que esta boa Mãe, de amor universal, a todos nos abençoe e indique o caminho sempre novo do verdadeiro amor cristão e vicentino

 

P. Manuel Nóbrega, CM

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