quinta, 01 maio 2014 21:11

O confrade Ricardo Alessandro Nicoleti, brasileiro, residente na cidade de Iguatemi (Paraná), é o vencedor do concurso que o Conselho Geral Internacional da SSVP realizou para a escolha da letra, em língua portuguesa, do hino “A Luz”, canto oficial da entidade.

Ricardo Nicoleti tem 33 anos. Pertence à SSVP há 10 anos e atualmente integra a Conferência Senhor Bom Jesus. Ele participou do concurso juntamente com outras nove candidaturas, oriundas do Brasil e de Portugal.

De acordo com o edital do concurso, as propostas deveriam estar dentro dos padrões de metrificação, adaptação à letra original, sonoridade e norma culta. Cada proposta de letra foi avaliada pelos membros da Comissão de Seleção.

A Comissão de Seleção era formada pelos confrades Juan Tirado, da Espanha (autor da letra do hino nas versões em inglês, espanhol e francês) e Renato Lima (Vice-presidente do CGI para a América do Sul), além da Sra. Samira Nahass, especialista em música.

Os três componentes da Comissão tiveram muito trabalho para escolher a letra mais adequada. “Todos os candidatos foram muitos felizes em apresentar letras muito bonitas e criativas, o que fez com que nosso trabalho fosse árduo”, destacou o cfd. Renato.

O hino em Português será gravado por um coro vicentino de Portugal e será apresentado, oficialmente, em 10 de junho, quando o Conselho Geral Internacional realizará sua reunião anual, desta vez em Lisboa.

O Conselho Geral e a Comissão de Seleção agradecem, de coração, a todos os candidatos, e parabeniza o confrade Ricardo Nicoleti pela letra vitoriosa. Veja a letra vencedora

quinta, 10 abril 2014 23:15

PROGRAMA

 

A Peregrinação Nacional da Sociedade de São Vicente de Paulo é presidida por Sua Excelência Reverendíssima o Senhor D. Joaquim Mendes, Bispo Auxiliar de Lisboa.

 

DIA 12 DE ABRIL, Sábado


13.30h - Acolhimento
14.30h - Desfile da Cruz Alta até à Capelinha
15.00h - Saudação a Nossa Senhora e Renovação do Compromisso na Capelinha
16.00h - Assembleia no Centro Apostólico Paulo VI
20.00h - Jantar
21.30h - Terço na Capelinha
22.30h - Vigília de Oração na Igreja da Santíssima Trindade


DIA 13 DE ABRIL, Domingo


10.30h - Bênção dos Ramos e Procissão da Realeza de Cristo
11.00h - Eucaristia no altar exterior (Recinto) 

No final da Eucaristia Consagração a Nossa Senhora

 

quinta, 10 abril 2014 21:26

Tudo o que um confrade ou uma consócia faz, fala ou sugere, durante as visitas domiciliares semanais e no trato com as famílias socorridas, pode ser o “fiel da balança” no futuro das pessoas que são atendidas pelas Conferências e pelas obras sociais vicentinas. Esse gesto pode, realmente, fazer a diferença. Um bom conselho, uma boa ideia, uma correção fraterna e uma palavra de apoio constituem o diferencial entre o trabalho vicentino e as ações filantrópicas – embora meritórias – empreendidas por diversas instituições.

 

Em outras palavras, deixamos “rastros” por onde passamos. Podemos olhar para trás e ver nossas pegadas; por isso, são inapagáveis, pois representam muito para aqueles que estão vivendo enormes dificuldades pessoais, econômicas e até espirituais. Os pobres assistidos não “apagam” das memórias deles nosso sorriso, nossa paixão e nossa devoção, assim como também nossos defeitos, pecados e falhas. Nossas pegadas são inapagáveis por conta de cinco elementos.


Primeiro, a forte confiança que os assistidos têm em nós. Eles permitem que entremos nos lares deles, que opinemos sobre suas vidas e que sugiramos o que eles devem fazer ou não. Sem essa confiança, nada disso seria possível. O segundo elemento, que tem a ver com a confiança, é a credibilidade que os vicentinos gozam perante a sociedade civil, às autoridades públicas e à Igreja. Sem essa credibilidade, não seria possível conseguir tantos feitos, doações e recursos para as pessoas mais carentes.


O terceiro elemento que deixa nossa marca indelével é a força do nosso testemunho e de nossos atos. Somente uma organização de inspiração divina e fundação colegiada poderia sobreviver há tanto tempo, com determinação, lutando contra as injustiças e as desigualdades. É a intensidade desse testemunho – sobre o que falamos e o que fazemos de concreto no campo da caridade – que abre caminhos, suaviza corações e provoca verdadeiros milagres na sociedade.


O quarto elemento é bem próximo do anterior: são os estímulos e exemplos de vida que deixamos para os que sofrem. Ao tentar alterar os rumos de uma família assistida, mostrando que ela possui plenas condições de vencer com suas próprias forças, um “empurrãozinho” dos vicentinos é fundamental para que as mudanças de estruturas se manifestem. Por fim, o quinto elemento para que nossas pegadas sejam consideradas inapagáveis refere-se ao espírito vicentino que transforma tanto os membros da SSVP quanto os socorridos. Essa mudança interior é visível e apaixonante; gera conversão e mais caridade.


Tudo isso parece simples, não é mesmo? Mas nem sempre as coisas simples são as mais fáceis. Manter e zelar pela boa imagem da SSVP não é trivial. É um trabalho constante, que deve ser cultivado e reforçado no cotidiano dos vicentinos, não só durante as visitas domiciliares, mas, sobretudo, no ambiente da Conferência e em nossas próprias vidas pessoais. Só assim, sendo vicentino nas 24 horas do dia, é que deixaremos as marcas da santidade no coração e na face dos que nos observam.


Por tudo o que refletimos acima, é fundamental estabelecer que a prática vicentina só terá pleno êxito se for calcada em dois princípios: a simplicidade (Mateus 18, 1-4) e o serviço (Mateus 20, 24-28). Se nossas ações não tiverem base nessas duas premissas, as pegadas que deixarmos serão facilmente apagadas ou esquecidas, como ocorre quando as ondas do mar passam por cima dos desenhos feitos por uma criança nas areias da praia. Com certeza, não queremos que nossas pegadas desapareçam. A mensagem de Jesus e o carisma de S. Vicente são nosso combustível!


Deixamos algumas perguntas para reflexão na reunião da Conferência: “Que tipo de pegadas temos deixado em nossa caminhada vicentina? Os pobres acreditam no que falamos? Passamos, para eles, confiança e credibilidade?

 

Renato Lima

Vice-presidente do Conselho Geral da SSVP para a América do Sul.

quinta, 10 abril 2014 17:46

No dia vinte e dois de março de dois mil e catorze, pelas dez horas, reuniu nas instalações do Seminário de Santarém, a Associação Sociedade de São Vicente de Paulo – Portugal, em Assembleia Geral Ordinária.

quinta, 20 março 2014 23:59

No passado dia 30 de novembro foram inauguradas as instalações do Colégio Jardim dos Sentidos, construído de raiz pela Associação das Obras Assistenciais da Sociedade de S. Vicente de Paulo (AOA-SSVP).
A sessão solene contou com a presença da Dra. Adelina Rocha de Almeida, presidente da AOA-SSVP, Dra. Hortência Menino, presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, Dra. Sónia Ferro diretora do Centro Regional de Segurança Social de Évora, Senhor Padre Luís Santos, Eng.º José Gomes de Pina representante do responsável da obra, equipa de arquitetura e projetos da empresa Civinove autores do projeto, da Dra. Sónia Santos diretora técnica do Colégio, pais, crianças e membros da comunidade montemorense.
Foi com grande satisfação que a AOA-SSVP inaugurou o novo espaço, o Colégio Jardim dos Sentidos, que herda assim do anterior Bercinho, também propriedade da AOA-SSVP em Montemor-o-Novo, um espírito educativo que o habilita a perseguir a excelência. Os seus princípios pedagógicos, os seus objetivos e a sua estratégia de atuação estão bem definidos: procura, acima de tudo, a promoção do sucesso académico das suas crianças, sem descurar a educação para os valores.
O Colégio Jardim dos Sentidos enquadra-se de forma equilibrada pela modernidade da sua arquitetura. As suas infra-estruturas revelam-se amplas e funcionais, resultando num espaço atrativo e acolhedor, mas também e necessariamente, seguro.
O plano educativo prevê atingir a sua plena capacidade com o funcionamento de quatro salas de creche (4 meses e os 3 anos) três salas para o pré-escolar (3, 4 e 5 anos), uma sala de CATL (6 e os 12 anos), para um total de cerca 150 crianças. Paralelamente conta com a colaboração de 24 postos de trabalho.
O espírito de apoio à família vai agora mais longe: o Colégio estará aberto das 7h30 às 19h, decorrendo as atividades letivas gerais entre as 09:00 e as 16:00, para todos os alunos. O Colégio conta ainda com um programa de academias de música; ginástica; inglês; hip-hop; ballet e miniténis, diariamente a partir das 16:00. As crianças têm também educação moral e religiosa orientada por um vicentino e apoiada pela paróquia.
Na sessão de inauguração a diretora técnica Dra. Sónia Santos, a quem, com a sua equipa técnica, se deve o sucesso de dezasseis anos de atividade do anterior Bercinho e quem, deve ser dito, impulsionou a construção em Montemor-o-Novo deste colégio único na modernidade, afirmou:
“O nosso projeto não são só as instalações, mas sobretudo as pessoas. No Colégio Jardim dos Sentidos todos trabalham para um objetivo: o desenvolvimento integral da criança, não apenas na sua vertente científica mas também ao nível das atitudes e valores.
Queremos formar pessoas felizes, com capacidade para enfrentar a vida. A melhor forma de preparar o futuro é sem dúvida alguma, dar às crianças um ensino de qualidade e transmitir-lhes os valores que hão-de servir-lhes de bússola nas suas escolhas pessoais, na relação com os outros e na sua intervenção enquanto cidadãos.
Temos como Missão ser uma instituição de referência na qualidade do ensino, na promoção efetiva da igualdade de oportunidades, projetando-se no percurso de sucesso das nossas crianças. Procuramos que a criança desenvolva valores como a autoestima, criatividade, iniciativa pessoal, disciplina, atitude interventiva e espírito crítico. Damos importância ao conhecimento, mas também ao saber estar e ao relacionamento com o outro."
E ainda:
“Este Projeto nunca poderá ser avaliado a curto prazo: Costuma-se dizer que só ao fim de duas gerações é que se percebe se uma escola conseguiu formar bem os seus alunos. Até lá, vamos esforçar-nos…
Temos bem presente que um filho é o maior investimento de um pai, como tal, assumimos um compromisso com as famílias, famílias que nos acompanharam sempre em todo este processo mostrando-se confiantes e entusiasmadas.
Foram três anos de muito árduo trabalho, mas chegamos ao final deste grande projeto por uma única razão: não baixamos os braços perante as circunstâncias adversas atuais. A este propósito vou citar Fernando Pessoa: Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um Castelo...
Pois bem, o nosso Castelo aqui está para vos receber.
O Colégio Jardim dos Sentidos pretende continuar a marcar a diferença relativamente à oferta educativa existente em Montemor-o-Novo. Esta Associação assume-se hoje como uma referência pelo modo como tem sabido perseguir um paradigma educativo arrojado e inovador. Este novo equipamento social é sem dúvida, um marco, para o engrandecimento da nossa comunidade educativa."
António A. P. Vacas de Carvalho

 

sábado, 05 julho 2014 10:16

Foi este o tema escolhido pelo Papa Francisco, para o Dia Mundial da Paz, de 1 de Janeiro de 2014.

 

O Papa considera que não existe Paz sem fraternidade e que esta se aprende no seio da família.

 

Na sua Mensagem considera que "convém, desde já, lembrar que a fraternidade se começa a aprender habitualmente no seio da família, graças sobretudo às funções responsáveis e complementares de todos os seus membros, mormente do pai e da mãe. A família é a fonte de toda a fraternidade sendo, por isso mesmo, também um fundamento e o caminho primário para a paz, já que, por vocação deveria contagiar o mundo com o seu amor".

 

Como discípulos de Cristo, temos de ser construtores de pontes entre homens, que sejam caminhos de paz e elos de ligação, através dos quais saibamos repartir com os outros, o muito ou o pouco que podemos dar.

 

Jesus Cristo, cujo nascimento comemorámos há poucos dias. Está vivo e actuante em cada um de nós que lhe saiba abrir o coração.

 

E, abrir o coração a Cristo, é abrir também os olhos para o mundo que nos cerca com os seus múltiplos problemas entre os quais o angustiosos flagelo da fome, que reclama, neste momento, uma atenção concentrada de todos os homens de boa vontade.

 

Relativamente à fome no mundo, o Papa Francisco publicou numa mensagem vídeo: "Estamos perante um escândalo mundial que afecta quase mil milhões. Mil milhões de pessoas que ainda hoje passam fome: não podemos virar a cara para o lado e fingir que esta realidade não existe", lembrando ainda que "os alimentos hoje disponíveis no mundo seriam suficientes para alimentar todos".

 

 Citando Frederico Ozanam:"tornarva-se necessário que os cristãos saíssem do conforto das suas casas e da tranquilidade das igrejas, para descobrir os pobes, para entender e experimentar onde e como viviam".

 

É a ganância do homem o principal factor produtivo da miséria humana, pois um mais equitativa distribuição dos bens da terra seria importante meio para atenuar ou mesmo eliminar as assimetrias existentes neste mundo tão desigual.

 

Para se compreender o que é ser pobre, daquele que nada tem, há que pôr de parte o nosso conforto, tentando saber o que é sentir fome, sentir frio, contar o parco dinheiro para o dia-a-dia, estar numa fila à espera de uma tigela de sopa ou de um pão.

 

Ocorre-me referir, nesta altura, o que se refere a "Declaração Universal dos Direitos Humanos", logo no seu artigo 1.º: "todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos".

 

Que profunda ironia em relação ao que constatamos actualmente à escala mundial! Se todos cumprissem os seus deveres, nos diversos campos de actuação a qualquer nível, fazendo justiça aos injustiçados de toda a ordem, certamente estar-se-ia a dar aos homens a possibilidade de viver em liberdade, com justiça e em segurança, para o bem-estar comum. Na realidade, a luta pela justiça é um dos deveres mais importantes e prementes, ainda mais quando ela se encontra tão desacreditada pois, a cada passo, deparamos com o uso de dois pesos e duas medidas, consoante os interesses em causa pesarem mais na balança normalmente o peso do outro contra o peso do direito.

 

Se quisermos uma paz bem alicerçada, torna-se necessário que as relações entre as comunidades se subordinem aos direitos e deveres, se realizem na base da verdade, de justiça e no respeito pelas minorias.

 

Que os homens saibam compreender a beleza de um dos mais profundos anseios da humanidade - A PAZ - não pela força das armas, mas pela força da "Fraternidade, fundamento e caminho para a Paz".

 

in Boletim Português da Sociedade de São Vicente de Paulo - Janeiro 2014

segunda, 14 abril 2014 21:15

"HOMEM NOVO = AMOR NOVO"

 

Cristo é o "Homem Novo" por excelência. Ele nos deixa, como legado e testamento, o mandamento do Amor, intitulado por Ele próprio como o "Mandamento Novo". Se Jesus chama ao Amor "mandamento novo" é por razões óbvias e que enuncio em síntese:

 

1 - Amor novo quanto à Fonte

O Amor cristão tem a sua Fonte no próprio Deus, que é Amor: daí que lhe chamamos "amor teologal". Trata-se duma fonte inesgotável: por isso, quanto mais se exercita e dá, mais se renova e abunda! Por outro lado, esta Fonte tem todo o sabor de plenitude e de eternidade, já que não tem limite de tempo nem de espaço. Um amor assim é o melhor cartão de identidade dos discípulos de Jesus: "Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor... E nós conhecemos e acreditamos no Amor que Deus nos tem..." (1 João 4,8 e 16).

Acima de tudo, somos filhos, de rosto aberto e mãos levantadas para o Pai do Céu. A pessoa é pura abertura e radical aspiração para Deus: "Criastes-nos para Vós, Senhor, e o nosso coração não descansa enquanto não repousar em Vós " (S. Agostinho).


2 - Amor novo quanto ao Modelo
Porque ao jeito de Jesus, o amor a Deus e aos irmãos deve ser profundamente pessoal e humano. O amor sobrenatural - a Caridade - tem a mesma estrutura psicológica que o amor humano. O Amor de Deus fez-se, em Cristo, amor humano, no sentido mais concreto e empolgante. O Mistério da Encarnação é a garantia dum amor próximo, fraterno, interessado, a todas as pessoas e ao todo de cada pessoa.
Amar à maneira de Cristo é "vestir-se de compaixão e de bondade" por toda a pessoa, por cada pessoa. Importante que evitemos o angelismo, que nos levaria como que a sobrevoar (sem nunca aterrar!) por sobre as questões humanas, com medo de sujar as mãos nesta história, que é a nossa.

 

3 - Amor novo quanto ao âmbito
Em clima cristão, alarga-se até ao extremo o conteúdo da palavra "próximo". Sabemos que, para os contemporâneos de Jesus, o próximo era apenas aquele que pertencia ao mesmo grupo, à mesma família ou, na melhor das hipóteses, aquele que fazia parte do mesmo Povo. Na parábola do Samaritano, Jesus diz-nos que o próximo é todo aquele que vamos encontrando nos caminhos da vida.

É por demais evidente que, em Cristo, se alarga o âmbito do "próximo" até à dimensão do universo...
Mas não é apenas pela "quantidade" que se distingue o amor cristão; é, sobretudo, pela "qualidade". Ao jeito de Jesus, o amor cristão é gratuidade, é doação, é entrega, é perdão e muitas outras realidades que facilmente identificamos.


4 - Finalmente: amor novo joga-se na história....
Mais do que fazer sermões bonitos, Vicente de Paulo foi visitar a família doente e por aí nasceu a primeira fundação vicentina - as "Caridades" (hoje, AIC - "Associação Internacional da Caridade"). Mais do que perder-se em divagações académicas com os seus colegas, Frederico Ozanam conduz o grupo de amigos para a casa dos Pobres e assim nasce a primeira Conferência. Isto é saber ler a Vontade de Deus na História e seguir fielmente os seus Caminhos.
Daí que, o exercício da Caridade cristã e vicentina deva estar marcado pela "espiritualidade da ação" e adornar-se com uma série de qualidades. Aqui indico algumas:

 

Resposta a um chamamento
A prática da Caridade deve ser resposta a um chamamento atual. Exige atenção muito especial ao presente, deve responder aos chamamentos concretos, tem de remediar necessidades presentes, em si mesmas e nas suas causas.


Transformadora do mundo
Sem lhe roubar a eficácia imediata, a caridade, o amor vicentino deve atingir as raízes do mal, numa transformação profunda do mundo.

 

" Voltar a medalha "...
Contemplar o pobre como pessoa amada por Deus, sacramento de Cristo ("tudo o que fizestes a um destes mais pequeninos a mim o fizestes... "), no realismo da sua existência de pobreza, de marginalização, de abandono, de solidão...


Termino...

Falámos de "Homem Novo" e de "Mandamento Novo". Neste lugar tão mariano, não podemos esquecer essa "Mulher Nova" chamada Maria. Ela soube deixar-se amar por Deus, como filha; ela soube dar-se em amor, como Mãe; ele soube vestir-se de amor, pela força do Espírito... Que esta boa Mãe, de amor universal, a todos nos abençoe e indique o caminho sempre novo do verdadeiro amor cristão e vicentino

 

P. Manuel Nóbrega, CM

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