Domingo 17 de Dezembro de 2017
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Princípios fundamentais da SSVP

I – A SOCIEDADE DE S. VICENTE DE PAULO

1. A Sociedade de S. Vicente de Paulo é uma organização católica internacional de leigos fundada em Paris, em 1833, por Frederico Ozanam e seus companheiros. Posta sob o patrocínio de S. Vicente de Paulo, inspira-se no seu pensamento e na sua obra, esforçando-se por avaliar aqueles que sofrem, em espírito de justiça e de caridade e por um compromisso pessoal.

2. Fiel aos seus fundadores, tem a preocupação constante de se renovar e de se adaptar às condições mutáveis do mundo.

3. De carácter católico, está aberta àqueles que querem vicer a sua fé no amor e no serviço dos seus irmãos. Em alguns países, as circunstâncias podem levá-la a acolher cristãos de outras confissões (religiões) que adiram aos seus princípios.

4. Nenhuma obra de caridade é estranha à Sociedade.

A sua acção compreende todas as formas de ajuda por meio de um contacto pessoal, para alívio do sofrimento e promoção da dignidade e da integridade do homem. A Sociedade procura não só aliviar a miséria, mas também descobrir e solucionar as suas causas.

A sua ajuda visa todos os homens, sem distinção de religião, opinião, cor, origem e casta.

5. Os membros da Sociedade estão unidos entre si por um mesmo espírito de pobreza e de partilha. Formam no mundo, em conjunto com aqueles que são ajudados, uma única e mesma família.

II – A ESPIRITUALIDADE VICENTINA 

Os vicentino, pela oração, pela meditação da Escritura, e pela fidelidade ao ensinamento da Igreja, esforçam-se por ser testemunhas do amor de Cristo nas suas relações com os mais desfavorecidos, nos diversos aspectos da vida quotidiana.

III – A POBREZA E O VICENTINO 

«Pobres, sempre os haveis de ter convosco» (Mat. 26, 11).

O Vicentino está ao serviço dos Pobres. Não julga, está disponível.

IV – ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE DE S. VICENTE DE PAULO

1. Os vicentinos organizam-se em grupos tradicionalmente chamados «conferências»

2. As conferências estão unidas entre si por Conselhos a nível, regional, ncaional e mundial.

3. O sinal de unidade da Sociedade é a agregação das conferências e a instituição dos Conselhos, pronunciadas pelo Conselho Geral (Mundial).

V – REUNIÕES DAS CONFERÊNCIAS 

1. As reuniões decorrem num espírito de fraternidade, de simplicidade e de alegria cristã.

2. Permitem a partilha das experiências de cada um e dos problemas encontrados, com vista a alcançar a maneira de oferecer um melhor serviço.

3. Este serviço de caridade insere-se na vida da Igreja e solicita a participação – o mais frequente possível – de um membro do Clero.